A ação comanda a segunda parte do filme, a melhor indiscutivelmente. Como na primeira trilogia, há realmente algo importante acontecendo em várias frentes. É desta parte do filme, a sequê
Palpatine dá a ordem para a eliminação de todos os Jedis.
OBS:A maquiagem de Palpatine "Ian Mc Diarmid" concorreu ao Oscar em 2006.
ncia mais impactante talvez das duas trilogias: a eliminação dos Jedis.
O combate tão esperado entre Anakin, já alçado à categoria de lorde sith e o sobrevivente Obi-Wan tem coreografia eletrizante e é muito bem encenada.
Também é muito bacana notar a amarração com o episódio IV, feita com cuidado e não deixando nenhuma lacuna em aberto, mesmo tendo uma diferença de 18 anos em relação à cronologia da saga que marcou a história do cinema. Destaque para a construção da Estrela da Morte, a nave do senador Organa, de Alderaan – onde começa o episódio IV e para o fim melancólico no planeta Tatooine. E não poderia esquecer da aparição de Chewbacca e o nascimento de Luke e Léia.
Em meio a um mar de larva a batalha mais esperada e a mais cruel de todas. Porém com cenários virtuais duvidosos.
A nave do Senador Organa, perfeita sincronia com o 1º episódio da Saga, o IV.
A primeira aparição e o Planeta de Chewbacca.
O filme é um pouco arrastado na primeira parte. E tem soluções às vezes pouco exploradas, como o fim da luta entre Yoda e o Imperador ou a própria morte de Padmé. Mas o aspecto mais frustrante foi o efeito especial da luta entre Anakin e Kenobi, que apesar de ser muito bem coreografada fica comprometida pelo aspecto visual dos cenários virtuais, em alguns momentos muito toscos mesmos.
Se George Lucas pecou muito nos diálogos fracos da nova sequência (como: Anakin, you broke my heart, de Padmé), uma frase do atormentado Lord Vader ainda em forma humana talvez traduza o que George quis enfatizar com a transformação da República em Império: em regimes totalitários não há espaço para uma segunda visão. Quando Anakin diz a Obi-Wan Quem não está ao meu lado é meu inimigo, ele resume do que se trata politicamente a saga. E o posicionamento político, não resta dúvida, é referência direta à política adotada por George W. Bush no momento da concepção e lançamento do filme.
O nascimento de Luke e Léia.
A luta entre Yoda e o Imperador, entre outras, poderia ter sido melhor.